FSP USP levará o número máximo de delegados para o XI Congresso!

Em agosto desse ano, entre os dias 24 e 26,  acontecerá o XI Congresso, o maior fórum do movimento estudantil, que tem como tema principal a democratização da USP. Como vemos há algum tempo, a estrutura de poder ultrapassada da nossa universidade, representada pela elite da sociedade, não representa a maioria das pessoas que utilizam a USP, estudantes, professores, funcionários e comunidade.
Vemos que essa forma arcaica de estrutura deu poder para o atual reitor, João Grandino Rodas, fazer o que bem entender na sua gestão. Entre as suas atrocidades, temos a construção de obras faraônicas fora dos campi da USP, em locais super valorizados de São Paulo ao invés de investir na estrutura de prédios como o da Letras, que necessita de reformas, ou ainda construir um centro de convenções internacionais, sem antes pensar que o curso de Relações Internacionais da USP não tem um prédio próprio.
Também vimos que o edital de R$6 milhões que garantiria a iluminação na cidade universitária, uma das reivindicações do  Movimento Estudantil, foi suspenso pelo STF por suspeita de fraude na licitação. Além disso tudo, ele convocou um CO extraordinário para debater o estatuto da USP, nos artigos que dizem respeito a reeleição do reitor e duração de seu mandato.
Por isso, vemos que as discussões de diretas para reitor e estatuinte já na USP devem ser prioridades para o Congresso, que discutirá o planejamento e atuação para os próximos dois anos e as mudanças necessárias para democratizar a USP, pensando nesses dois temas principais.
O Centro Acadêmico realizou as votações para a tiragem de delegados que irão representar a FSP no XI Congresso. Mais de 100 pessoas votaram, por isso conseguimos levar o número máximo de delegados da nossa unidade para o Congresso, 9 titulares com seus respectivos suplentes. A chapa vencedora foi a “Nada é impossível de mudar”.
Chapa da FSP para o XI Congresso dos Estudantes da USP
Para que todos os alunos estejam preparados para os debates do Congresso sobre democratização na USP, estamos realizando debates nos cursos de saúde sobre a proibição do álcool na universidade, buscando discutir se a  proibição do álcool realmente possui aspectos benéficos para a nossa saúde, pensando no impacto desse assunto para a Saúde Pública e se essa forma de proibir é apenas mais uma demonstração da falta de democracia e autonomia dos alunos dentro da universidade. Afinal, proibir não é educar! E será que queremos mesmo ser educados neste caso?
Álcool na Universidade
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