USP de saia + FSP de gravata!

USPdesaia
Venha bandejar na hora do almoço conosco de saia ou, no caso da FSP, onde temos um grande número de mulheres: Venha bandejar de gravata! Ou de bermudão, camiseta e o que quiser!

O importante é que você venha. E se sinta a vontade para vestir o que quiser! E aproveite esse dia para transgredir, protestar, experimentar!

Às 13h, vamos tirar uma foto em frente ao bandejão da FSP!

Por que fazer este evento?

Um estudante da EACH que estava usando saia no campus foi ofendido por pessoas anônimas no Facebook que se incomodaram com as suas roupas.
Esse fato virou notícia e mobilizou xs estudantes, que criaram um evento com o intuito de questionar os padrões que nos são impostos pela sociedade em que vivemos!

Link do evento “USP de saia!”: http://www.facebook.com/events/608471709163913/

Reportagem sobre o caso: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2013/05/calouro-da-usp-desafia-preconceito-e-veste-saia-para-ir-faculdade.html

A ofensa: https://www.facebook.com/spottedeach/posts/565443633477169

Entrevista com uma das estudantes organizadoras do evento, da nutrição: http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2013/05/1277670-alunos-da-usp-organizam-dia-em-que-garotos-usarao-saia.shtml

Laerte, o cartunista, diz em entrevista exclusiva ao Virgula Lifestyle:

“Uma mulher pode sair de coturno, jeans, casaco de couro, cabelo curto, sem maquiagem e não será questionada. Um homem que coloca uma saia, imediatamente vai para o campo do esquisito e do bizarro. Existe todo um julgamento pronto.”

Fonte: http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/lifestyle/2013/05/05/325192-cartunista-polemico-laerte-questiona-mulher-pode-usar-coturno-e-cabelo-curto-mas-um-homem-de-saia-vira-esquisito-e-bizarro#0

Nós aceitamos o convite para “um dia de reflexão sobre os estereótipos de gênero”.

Venha participar conosco!!

Link do evento da FSP no Facebook: http://www.facebook.com/events/519423694784679/

USP de saia

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Cansadx dessa sociedade retrógrada e preconceituosa?

Que tal um confronto com esses padrões limitantes?

A universidade é um lugar de liberdade de expressão. O uso de uma peça de vestuário não deve ser recriminado. Recentemente houve o caso que apareceu na mídia do estudante da EACH que foi ofendido por anônimos que se incomodaram com o fato do rapaz estar usando saia na faculdade, mas tantos outros na USP e fora da universidade usam trajes para transgredir os padrões impostos. Esse evento é uma forma de demonstrar apoio a qualquer forma de transgressão aos padrões que a sociedade nos impõe.

Convidamos a todxs para um dia de reflexão sobre os estereótipos de gênero.
A ideia é que todxs usem algo que fuja dos padrões impostos pela sociedade. Os homens podem passar o dia de saia ou de vestido e as mulheres podem usar calças masculinas, camisetas largas e até gravatas. Deixem a imaginação fluir!
Se possível, usem esses trajes no trajeto para a universidade, para perceberem o quanto essas “caixinhas fechadas” estão internalizadas na sociedade.

Nesta quinta-feira, dia 16/04. Concentração na Praça do Relógio às 18h.

(Reportagem sobre o caso: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2013/05/calouro-da-usp-desafia-preconceito-e-veste-saia-para-ir-faculdade.html
Ofensa: https://www.facebook.com/spottedeach/posts/565443633477169)

Seminário na USP – Terra, alimento e liberdade: O QUE VOCÊ ALIMENTA QUANDO SE ALIMENTA?

O que você alimenta quando se alimenta?

Seminário organizado pelo Comerativamente que acontecerá do dia 3 ao dia 7 de junho no auditório da História e Geografia (FFLCH/USP).
Nós, do CAER, estendemos o convite para todxs xs estudantes da FSP, pois esse é um tema muito importante o CAER debate historicamente e que está bastante relacionado com as pautas da nutrição e não deixa de ser um debate muito importante de ser feito no âmbito da saúde pública. Além disso, é um tema que é pouco debatido em sala de aula.
Participem e aproveitem a oportunidade de fazer esse debate!

Seminário na USP – Terra, alimento e liberdade: O QUE VOCÊ ALIMENTA QUANDO SE ALIMENTA?

De 3 a 7 de Junho – Auditório do Departamento de Geografia e História da Universidade de São Paulo (Campus Butantã)

Mesa 1 (dia 3/06): Hábito Alimentar, indústria e urbanização.

Prof. Henrique Carneiro (História da Alimentação): A construção do hábito alimentar no processo de modernização

José Raimundo Sousa Ribeiro Junior (Geografia USP): Alienação nas práticas cotidianas e urbanização – contradição campo-cidade

Sonia Hirsch (Jornalista e escritora voltada para promoção da saúde): Indústria alimentícia e saúde

Mesa 2 (4/06): Sistemas produtivos: aspectos socioambientais da produção em sistemas de monocultura.

Carlos Walter Porto Gonçalves (Geografia UFRJ): Origem e desenvolvimento da monocultura e escravidão

Larissa Mies Bombardi: (Geografia Agrária USP) – Uma agricultura para a sustentação da indústria do agrotóxico.

Sidneide Manferdini (Pedologia): Impactos da monocultura em agroecossistemas tropicais.

Mesa 3 (dia 5/06) – Sistemas produtivos: aspectos socioambientais da produção em sistemas agroecológicos.

Peter Van Der Veld – Agroecossistemas e Manejo Indígena no Rio Negro

Pedro Baiano (Agricultor da Cooperafloresta): A produção de alimentos por meio do cultivo de sistemas agroflorestais na Mata Atlântica.

Carlos Armênio Khatounian (Agronomia – ESALQ): Princípios da Agroecologia e potenciais agrícolas nos ecossistemas tropicais.

Ondalva Serrano (AAO – Associação de Agricultura Orgânica): Autonomia do agricultor e democratização do alimento saudável frente ao crescente mercado de orgânicos. Certificação e a construção de sistemas participativos de garantia.

Mesa 4 (dia 6/06): Soberania alimentar e sociobiodiversidade, biotecnologia e monopólio

Yamila Goldfarb – (Geografia – USP): A agricultura a partir do neoliberalismo – financeirização, desregulação e as ameaças à soberania alimentar e ao meio ambiente.

Jorge Rulli (GRR – Grupo de Reflexion Rural – Argentina): Soberania Alimentar e monopólio da biodiversidade.

Pablo Mariconda (Filosofia – USP): Ética na ciência – A questão dos organismos geneticamente modificados.

Mesa 5 (dia 7/06) – A questão da terra no Brasil: a luta pela posse e permanência

Valéria de Marcos (Geografia Agrária USP)

Manoel Inácio do Nascimento e Ivânia de Alencar (Agricultores e militantes, Coletivo Ciclovida): As resistências de comunidades rurais do sertão nordestino. A preservação e reprodução das sementes crioulas diante do avanço do agronegócio. O papel das mulheres nesse processo.

Surumu Centro Indígena de Formação, Boa Vista – RR: Soberania indígena – a luta pela garantia de territórios, a totalidade do território indígena, resgate de práticas e salva-guarda do conhecimento ancestral.

Link do evento no Facebook: http://migre.me/esRrK

Nota do Conselho de Centros Acadêmicos da USP em repúdio ao Machismo dentro da Universidade e do Movimento Estudantil

Aconteceu, nesta última quinta-feira (02 de maio de 2013) no Auditório da Geografia da

Foto da blogueira Lola (http://escrevalolaescreva.blogspot.com.br/) no Ato-público "Machismo nunca mais!".

Foto da blogueira Lola (http://escrevalolaescreva.blogspot.com.br/) no Ato-público “Machismo nunca mais!”.

FFLCH/USP, um Ato-Público contra o machismo que contou com a presença de figuras importantes, como a blogueira Lola, e cerca de 300 estudantes, reforçando a importância da luta contra as opressões e contra a discriminação das mulheres; repudiando diversos casos de machismo que têm acontecido por toda a universidade.

Hoje, diversos coletivos feministas da USP têm se organizando em busca de travar uma batalha contra o machismo dentro da universidade e construir uma alternativa de resistência em defesa da legitimação do espaço das mulheres dentro e fora da USP. O DCE-Livre da USP e o conjunto dos Centros Acadêmicos toma essa como também uma luta sua.

No período recente, inúmeros casos bastante graves têm acontecido na USP. No início de 2013, presenciamos o Miss Bixete em São Carlos, evento que é promovido anualmente pelo GAP (Grupo de Apoio à Putaria) e que coagiu e humilhou mulheres que mais uma vez se manifestavam contra a atividade. Posteriormente, foi realizado o IntegraPoli na capital, gincana estudantil que neste ano tinha atividades que naturalizavam ações opressoras, como simular ejaculação em mulheres ou atirar elásticos em calouras de biquíni. E, agora, nos deparamos com um caso de ainda maior gravidade: uma denúncia de violência e estupro a uma mulher estudante da USP em Lorena, no espaço de uma república estudantil.

O Movimento Estudantil também não está imune ao machismo. Constantemente vemos agressões a mulheres que ocupam espaços públicos e aos coletivos que visam combater o machismo, como a Frente Feminista da USP e diversos coletivos. Em particular, na última assembleia geral de estudantes da USP, chegou-se à situação limite da agressão e da violência a diretoras do DCE que, anteriormente, já vinham sendo coagidas em sua atuação política simplesmente por serem mulheres protagonistas da construção do ME. Uma situação inadmissível e que foi respondida, em nota, tanto pela Frente Feminista da USP (http://tinyurl.com/bsshakd) como pelo DCE-Livre da USP (http://tinyurl.com/c5flfvs), assim como por diversos Centros Acadêmicos.

Os Centros Acadêmicos que assinam esta nota e o DCE-Livre da USP repudiam de maneira veemente esses casos de machismo na Universidade. Não aceitaremos o machismo na USP. Não aceitaremos o machismo no movimento estudantil. Em nossa luta pela democratização da universidade, as mulheres seguirão desempenhando um papel protagonista e jamais será admitido o constrangimento de sua atuação política e, muito menos, a agressão moral e física.

O machismo ainda está presente no nosso cotidiano. Para combatê-lo, é necessário que as mulheres se auto-organizem em coletivos por toda a universidade, que o conjunto d@s estudantes se apropriem deste debate e que exijam da reitoria uma resposta contundente para que estes casos deixem de existir, atendendo às reivindicações históricas do movimento de mulheres e se responsabilizando pelos casos que acontecem dentro da USP.

Reiteramos a conivência da reitoria de Rodas com o machismo ao ignorar as necessidades específicas das mulheres estudantes. Os casos de violência seguem crescendo na universidade e os dados são conscientemente escondidos da comunidade universitária. A existência de apenas um bloco de moradia destinado às mulheres que são mães obriga muitas estudantes a desistirem do curso, assim como a falta de creche para as crianças. Em nossa universidade, exigimos da reitoria medidas de segurança efetivas que não são garantidas com a presença da Policia Militar em nosso campus, como a efetivação do aumento da iluminação, a criação de um efetivo feminino da guarda universitária especializado em assistência as mulheres e investimento em assistência estudantil específico para mulheres estudantes que signifiquem mais creches e moradia especial para as mães. Soma-se a isso a negligência da Universidade em atender as estudantes vitimas de estupro e a falta de assistência a estudantes grávidas que não tem seus direitos garantidos – não podem ser atendidas no HU e também são convidadas a se retirar de sua moradia.

Em busca de fortalecer a luta feminista em toda Universidade, o Conselho de Centros Acadêmicos delibera pela construção do II Encontro de Mulheres Estudantes da USP no segundo semestre deste ano e convida a todos os coletivos e estudantes a se incorporarem nessa construção. Pautado na realidade vivida hoje por tantas estudantes e frente aos acontecimentos absurdos que temos visto na universidade e no movimento estudantil, fortaleceremos nossa luta.
MACHISMO NUNCA MAIS!

Conselho de Centros Acadêmicos da USP
Diretório Central dos Estudantes Livre da USP “Alexandre Vannucchi Leme”

CAMAT – Centro Acadêmico da Matemática (Matemática, Ciência da Computação e Estatística)
CAER – Centro Acadêmico Emílio Ribas (Nutrição e Saúde Pública)
CEQHR – Centro de Estudos Químicos Heinrich Reinboldt (Química)
CAFB – Centro Acadêmico de Farmácia e Bioquímica
CAF – Centro Acadêmico de Filosofia Professor João Cruz Costa
CABio – Centro Acadêmico da Biologia
SAPA – Secretaria Acadêmica Pró-Ambiental (Engenharia Ambiental – USP São Carlos)
DADA – Diretório Acadêmico Dante Alighieri (USP Lorena)
CAHIS – Centro Acadêmico da História
Centro Acadêmico XXXI de Outubro – (Enfermagem São Paulo)
CePEGe – Centro Paulista de Estudos Geológicos (Geologia)
CAASO – Centro Acadêmico Armando de Salles Oliveira (C.A. do Campus da USP São Carlos)
CeUPES – Centro Universitário de Pesquisa em Estudos Sociais Isis Dias de Oliveira (Ciências Sociais)
CeGE – Centro de Estudos Geográficos Capistrano de Abreu (Geografia)
CARB – Centro Acadêmico Ruy Barbosa (Educação Física São Paulo)
CARL – Centro Acadêmico Rocha Lima (Medicina Ribeirão Preto)
GUIMA – Centro Acadêmico Guimarães Rosa (Relações Internacionais)

Edital das eleições para RDs da graduação

eleiçãoRD2013A Universidade precisa cumprir sua função social e, para isso, existem reuniões periódicas para que algumas decisões possam ser tomadas. Nesses espaços, os estudantes também tem voz e elas precisam ser ouvidas.
O objetivo da representação discente é dar voz e voto aos alunos no que diz respeito às decisões administrativas da faculdade.
Para ser representante discente, você deve se inscrever até o dia 4 de maio; as eleições ocorrem nos dias 7 e 8, no horário do almoço e do jantar, em frente ao espaço dos estudantes.

Edital Eleições RDs 2013 Graduação