Confira o edital de eleição para o CAER 2015

Está disponível o edital de eleição para a gestão 2014-2015 do Centro Acadêmico Emílio Ribas (CAER).

Confira aqui o edital.

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Confira o edital de eleição para Representantes Discentes da graduação da FSP USP

Está disponível o edital de convocação para as eleições dos Representantes Discentes da graduação da Faculdade de Saúde Pública para a gestão 2014/2015.

Confira aqui o edital

Há 21 vagas para RD da graduação nos seguintes em diversos colegiados na faculdade e sua participação é essencial para construir cada vez mais uma FSP mais democrática!

Atividades da Nutrição no Hospital Universitário da USP

Aos estudantes, docentes e funcionários da FSP.

Nesta semana, tivemos acesso ao documento elaborado pela equipe de Nutrição e Dietética do Hospital Universidade, onde mostra todas as ações que a Faculdade de Saúde Pública tem dentro do HU.

RELATÓRIO DA DIVISÃO DE NUTRIÇÃO E DIETÉTICA DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO


Esse documento mostra o perigo que corre a Faculdade de Saúde Pública e, em maior gravidade, a graduação em Nutrição, caso ocorra a desvinculação.

A partir de semana que vem, várias ações referentes ao HU ocorrerão na FSP, em conjunto com outros cursos da saúde, e convidados à todos para participarem dessas ações, e principalmente, entrarem nessa campanha em defesa do HU.

Assine também o abaixo assinado que está circulando na rede
http://www.peticaopublica.com.br/search.aspx?q=diga+não+à+desvinculação+do+HU

Resolução do CFN altera seis artigos do Código de Ética dos Nutricionistas

Conselho Federal de Nutricionistas publica, por meio da Resolução 541 de 14 de maio de 2014, alteração de seis artigos do Código de Ética dos Nutricionistas.

 

O Código de Ética dos Nutricionistas sofreu alteração, por meio da Resolução 541/2014, de seis artigos: 6°, 7°, 15, 16, 19 e 21. As mudanças consistem na alteração da redação dos artigos 6º,  7º , 15, 16, 19 e 21 e acréscimo de parágrafos ao artigo 7°.

As alterações são relacionadas aos seguintes tópicos: realização de consulta presencial, realização de prática baseada em evidências ciêntificas, orientação de estagiários, publicidade, menção de marcas no momento da prescrição dietética, entre outros.

Para conferir a Resolução CFN 541/2014 na íntegra acesse aqui e saiba o conteúdo das alterações.

 

Acesse também o Código de Ética dos Nutricionistas aqui.

#EuNãoMereçoSerEstuprada

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Um estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) tem trazido à tona uma realidade antiga, ele mostra como a violência contra a mulher é tolerada no Brasil. A maioria dos entrevistados considera que merecem ser atacadas aquelas que usam roupas que revelam o corpo. Também é maioria o grupo que acredita que, “se a mulher soubesse se comportar”, os casos de estupro seriam menores.

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A violência sexual é vista como uma “correção”. Se você sai sozinha, se sai à noite, se usa roupas provocantes, se não segue os padrões heteronormativos, o estuprador está fazendo o seu “papel de homem” e te “ensinando a ser mulher”. Esse pensamento doentio é propagado diariamente na nossa sociedade.

A sociedade machista e patriarcal ensina as mulheres, desde o nascimento delas, como elas devem se vestir e se comportar para não serem violentadas, ao invés de ensinar aos homens que eles têm o dever de respeitar todas as mulheres. A nossa sociedade ensina que as vítimas são as culpadas, mas a culpa nunca é da vítima. Enquanto os culpados forem isentos de seus crimes e as vitimas serem responsabilizadas, a nossa sociedade não ira mudar.

Um exemplo dessa sociedade que culpabiliza a vitima são os recentes casos de abusos sexuais nos transportes públicos de São Paulo. Esses casos sempre aconteceram, mas devido à repercussão de um caso pela mídia, as denuncias estão se tornando mais frequentes. Apesar das mulheres terem sido as vitimas, não é raro ver comentários sobre esses casos que colocam a culpa nas vitimas e ainda colocam os homens coitados, pois eles “não conseguem aguentar”.

Por isso, você mulher, saiba que nunca a culpa é sua, você é e sempre será a vitima, independente das circunstâncias. Se isso acontecer, denuncie, não se cale, somente com enfrentamento a nossa realidade diária pode ser mudada.

Texto e foto de Camila Evangelista, estudante de Nutrição e Coordenadora de Formação Política do Centro Acadêmico Emílio Ribas

 


 

 

Acesse o estudo ‘Estupro no Brasil: uma radiografia segundo os dados da Saúde: http://goo.gl/t3Q3mz

#NãoMereçoSerEstuprada #NinguémMereceSerEstrupada

OMS projeta novas recomendações sobre consumo de açúcar

A Organização Mundial da Saúde (OMS) está preparando uma nova recomendação sobre os limites do consumo diário de açúcar. A indicação atual, de 10% do valor total de energia, deve ser mantida. Entretanto, o futuro documento pretende mostrar os benefícios de se consumir menos da metade do total.

Segundo a agência da O N U, 5% do valor energético diário consumido por uma pessoa correspondem a 25g de açúcar, ou seis colheres de chá. A cartilha da instituição busca reduzir problemas de saúde como obesidade e cáries. Segundo a agência, os limites do consumo de açúcar serão aplicados para produtos com glucose e frutose, como açúcar de mesa, mel, xaropes, sucos de frutas e concentrados.

A OMS alerta ainda que boa parte do açúcar consumido pelas pessoas está “escondido” em alimentos processados. Uma colher de ketchup, por exemplo, tem o equivalente a uma colher de chá de açúcar, e uma lata de refrigerante comum tem até 40g de açúcar, ou 10 colheres de chá.

O esboço da proposta está aberto para consultas públicas até o final deste mês. Qualquer pessoa ou especialista pode enviar à agência seus comentários sobre o documento. A última vez que a OMS lançou diretrizes sobre o consumo diário de açúcar foi em 2002.

Quando ficar pronto, o relatório poderá ser utilizado como referência para avaliar o consumo de açúcares e por políticas e programas de saúde que visem reduzir a ingestão do produto.

CONFERÊNCIA

Nos dias 23 e 24 de março, a Associação Americana de Endocrinologistas Clínicos (AACE) e a American College of Endocrinology (ACE), o braço educacional da associação de endocrinologistas, irão realizar uma Conferência de Consenso sobre a Obesidade.

Em 2011, a AACE declarou a obesidade como doença. Em 2013, foi a vez da Associação Médica Americana considerar a obesidade como doença, marcando o momento como crucial na batalha por restringir e reduzir as taxas de obesidade. O que se pergunta agora é: qual o próximo passo?

A intenção da AACE e da ACE é construir uma base de evidências de ação integral para enfrentar o problema. A conferência reunirá as principais pesquisas, informações e opiniões de todos os principais atores envolvidos na questão da obesidade. São eles: representantes da comunidade médica, especialistas em saúde pública, formuladores de políticas do governo, empresas de cuidados para a saúde, áreas de pesquisa médica e as comunidades educativas, além de sociedades médicas afins e associações, empresas farmacêuticas e outros.  

 

Fonte: RÁDIO ONU

 

 

Edital de Convocação para RDs DA PÓS-GRADUAÇÃO DA FSP/USP – 2014/2015

A representação discente da pós graduação 2013/2014, juntamente com o Centro Acadêmico Emílio Ribas (CAER), torna pública a abertura do EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ELEIÇÃO PARA REPRESENTANTES DISCENTES DA PÓS-GRADUAÇÃO DA FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA/USP 2014/2015.

Acesse o edital:
EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ELEIÇÃO PARA REPRESENTANTES DISCENTES DA PÓS 2014

Obs.:
RDs: Representantes Discentes

Dia Internacional da Mulher: comemorar o quê?

Texto de Janethe Fontes.

Vou iniciar esse texto dizendo que não temos o que comemorar neste dia, temos ainda muita luta pela frente. O ano de 2013 foi marcado pelo conservadorismo. Vários setores que representam as minorias tiveram que se mobilizar muito, mas muito mesmo, para não perder direitos que já estavam garantidos na Constituição.

O ano de 2013 também foi marcado pela divulgação de estatísticas assustadoras. Segundo apontamentos, há três anos, o Brasil ocupa a 7ª posição na listagem dos países com maior número de homicídios femininos.

Já em relação ao mercado de trabalho, não houve quase nenhuma mudança. A mulher continua ganhando um salário menor que o homem, continua sendo uma mão de obra barata, “dócil”, instruída (afinal, conforme pesquisas, mulheres têm mais anos de estudos que os homens) e de autoestima reduzida por uma cultura misógina, que lucra muito pregando inseguranças às mulheres (a ‘ditadura da beleza’ instituiu dois grandes medos para dominar o público feminino: o medo de envelhecer e de engordar, e isso gera altos lucros às ‘indústrias da beleza’). Além da dupla jornada de trabalho, já que a maioria das mulheres continua trabalhando fora e em casa.

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Temos ainda que derrubar vários mitos que nos impuseram ao longo do tempo, mitos esses que em nada nos “engradecem ou privilegiam”, ao contrário, nos colocam em uma posição que nos torna subordinadas as tradições patriarcais. É costume ver nas redes, em datas como essa, uma enxurrada de mensagens com fotos de flores e asneiras que parecem “elogiar” as mulheres, mas que, ao contrário disso, só ressaltam expectativas machistas.

Não, a mulher não é um ser com superpoderes!! E querer bancar a supermulher pode ser muito prejudicial à saúde. Esse negócio de achar que “mulher de verdade” é aquela que trabalha fora, em casa e ainda está sempre linda, elegante e ‘feliz’ é ridículo! Mas, pior do que isso, é uma forma de menosprezar as habilidades intelectuais das mulheres e ainda submetê-las a um quadro de violência psicológica e física, já que insinua que devem alterar/mutilar os seus corpos para terem realização pessoal e serem vencedoras.

Não, a mulher não é um “Bombril” com mil e uma utilidades! Não tem que dar conta de tudo sozinha. De maneira alguma! A divisão doméstica e os cuidados com os crianças, idosos e doentes tem que ser feita de forma igual. Há inúmeras afirmações de que as mulheres têm “habilidades naturais” com a casa e com as crianças que os homens não têm (coitadinho deles, né?), afirmações tendenciosas de que “os homens tem outro ritmo”, sugerindo, assim, que os maridos não devem ser importunados quando chegam do trabalho, porque eles merecem descanso, enquanto as mulheres, mesmo cansadas, depois de um longo e exaustivo dia de trabalho, têm de dar um jeito de resolver praticamente todos os problemas da casa, dar de conta de todas as tarefas domésticas! O máximo que cabe aos homens é “ajudar” a mulherada nessas tarefas. Não. Lógico que não!

É preciso romper ainda com outros mitos que até hoje são popularmente repetidos aos montes. Afinal, quem nunca ouviu as seguintes frases: “mulher não se veste para o homem, mas sim para outras mulheres”; “mulher não é amiga de mulher”; “mulher tem que se dar o valor”; “mulher é compulsiva para gastar dinheiro”; “toda mulher é invejosa e fofoqueira”; “toda mulher adora sapatos”; “mulher dirige mal porque tem noção espacial menor que a do homem”; “a mulher é frágil e delicada por natureza”; etc. Há algumas outras inverdades que eu sequer ousaria mencionar aqui, de tão absurdas.

Enfim, temos uma batalha muito grande pela frente nas mudanças dessas, de outras tantas situações e também na desconstrução dessas diversidades de mitos que nos abatem diariamente, nos inferiorizam, nos tiram a autonomia e nos limitam a papéis de dependência dentro da sociedade.

Por isso tudo, amigas e amigos, no próximo dia 08 de março, não mandem essas mensagens com bobagens para suas amigas, namoradas ou mães, mas sim ajudem na desconstrução de mitos e na conquista pela igualdade de direitos!

 

Fonte: Blogueiras Feministas 

Consulta pública sobre o Plano Municipal de Saúde Integral da População LGBT

Os interessados têm até o dia 17 de janeiro para enviar as suas sugestões. Entre as ações previstas, estão a formação de profissionais de saúde para o combate à homofobia 
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A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do município de São Paulo iniciou nesta terça-feira, dia 17, uma consulta pública sobre o Plano Operativo Municipal de Saúde Integral da População LGBT, que trará para a Cidade a execução da Política Nacional de Saúde LGBT do Ministério da Saúde. São Paulo é o primeiro município brasileiro a adotar as diretrizes dessa política nacional.

A população tem até o dia 17 de janeiro para enviar as suas sugestões, que, após análise, poderão ser incorporadas ao Plano.

Clique aqui para participar

Desenvolvido pela SMS em parceria com a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), por meio da Coordenação de Políticas para LGBT, o Plano foi apresentado no dia 8 de novembro, durante o Seminário de Política de Saúde Integral para a População LGBT de São Paulo, que aconteceu na unidade da Universidade de Guarulhos localizada dentro do Shopping Light, no centro (leia mais).

Entre as ações previstas, estão a formação de profissionais de saúde para o combate à homofobia e a disponibilização da hormonioterapia para travestis e transexuais. As ações foram definidas pelo Grupo de Trabalho instituído pela SMS para a construção do programa, da qual a SMDHC faz parte.

Após a consulta pública, o Plano será apresentado e aprovado pelo Conselho Municipal de Saúde, sendo publicado depois, via portaria.

+ informações sobre o projeto em Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania

A USP já tem seu novo reitor: Marco Antonio Zago.

Zago, que é professor titular da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e foi Pró-Reitor de Pesquisa da gestão Rodas, foi o mais votado na consulta a comunidade e na eleição dos colegiados. Ele entra com a proposta de dar maiores incentivos a graduação e democratizar a universidade.

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Diferente de Rodas, que era o 2º da lista tríplice, Zago foi o 1º. Entretanto, isso não quer dizer que o governador ficou mais bonzinho ou que a USP finalmente se tornou uma universidade democrática. A consulta a comunidade não valeu de nada, quem escolheu foram os colegiados com uma composição extremamente anti-democrática (com ínfima participação de estudantes, funcionários e até de professores adjuntos). E no fim de tudo, o poder maior ainda está centrado no governador, que poderia escolher muito bem o 1º ou o último da lista. O feudo USP continua sendo feudo, com Rodas ou com Zago.

Zago terá muito trabalho pela frente, pois Rodas “fez merda pra dar e vender”, mas veremos se essa tal promessa de “democratização da universidade” será concretizada ou será simplesmente um slogan de campanha.

É bom ele já saber que por nossa parte, não vai faltar barulho pra que a USP deixe de ser a “melhor universidade e mimimi” no discurso e se torne de fato uma universidade pública e democrática.